terça-feira, 6 de julho de 2010

A vida em um dia

Junte-se à comunidade global e filme um dia da sua vida

Todos os dias, 6,7 bilhões de pessoas veem o mundo através de suas próprias lentes. Imagine se houvesse um modo de coletar todas esses pontos de vista, reuni-los e criar uma história coesa sobre um único dia na Terra.

Hoje, temos o prazer de anunciar o lançamento do projeto "A vida em um dia", uma experiência cinematográfica histórica que vai documentar um dia, visto através dos olhos das pessoas de todo o mundo. No dia 24 de julho, você terá 24 horas para capturar um momento do seu mundo com uma câmera. Você pode filmar algo comum, como o pôr do sol, seu caminho até o trabalho, uma partida de futebol do bairro, ou algo extraordinário, como os primeiros passos de um bebê, a reação de alguém à morte de um ente querido ou mesmo um casamento.

Kevin Macdonald, vencedor do Oscar e diretor de filmes como “O Último Rei da Escócia”, “Desafio Vertical” e “Um Dia em Setembro” editará o material mais impressionante e criará um documentário, que será produzido por Ridley Scott, diretor de filmes épicos como “Gladiador,” “Falcão Negro em Perigo,” “Thelma e Louise,” “Caçador de Andróides” e “Robin Hood.”

O filme será lançado no Sundance Film Festival de 2011 e, se o seu vídeo estiver na versão final, você aparecerá nos créditos como colaborador e pode ser um dos participantes selecionados para assistir ao festival.


Quer participar? Veja aqui o que fazer.
  1. Visite o canal "A vida em um dia" e saiba mais sobre o projeto. Leia sobre as etapas que você precisa seguir para participar e as diretrizes para criar o seu vídeo. Assista também a alguns exemplos de vídeos para ter ideias inspiradoras.
  2. No dia 24 de julho, grave o seu dia com uma câmera.
  3. Envie o seu vídeo ao canal "A vida em um dia" até 30 de julho.

Não importa se o seu vídeo fará parte do filme final ou não, ele será transmitido no canal "A vida em um dia" e servirá como uma cápsula do tempo que contará às futuras gerações como era viver no dia 24 de julho de 2010.

Faça parte da história.

Tim Partridge, Gerente de Marketing, assistiu recentemente ao trailer de "A vida em um dia".

Novidades: status de processamento, compartilhamento com o Google Buzz e mais


Neste início das férias de julho, gostaríamos de fornecer algumas atualizações sobre o que está sendo desenvolvido na ensolarada San Bruno:

Status de progresso de processamento: quem faz uploads sabe que há um breve período entre o upload de um vídeo e o momento em que ele fica visível no site. Agora, com a exibição da porcentagem de processamento embaixo da prévia do vídeo, você saberá quando ele está pronto para ser visto pelo mundo inteiro.

AutoShare com o Google Buzz: mais de quatro milhões de pessoas já compartilham informações automaticamente com o Facebook, Twitter, Orkut ou Google Reader. Agora você também pode compartilhar automaticamente algo de que tenha gostado, seus favoritos, comentários, inscrições e uploads com a sua rede do Google Buzz. Ainda é possível manter o YouTube como conectado ao Google Buzz – caso você tenha feito isso anteriormente –, mas, por enquanto, há somente postagens automáticas dos seus uploads. Para saber mais sobre o AutoShare, clique aqui (página em inglês)

Selo em resultados: a nossa página de resultados foi ligeiramente modificada. Em vez de indicar os títulos em negrito para separar os resultados de lista de reprodução, vídeos e canais, passamos a usar novos selos, mais compactos, que informam o tipo do conteúdo:

Novo recurso de legenda: o visualizador interativo de legendas permite que o usuário avance, em um vídeo legendado, para um segmento específico à frente do conteúdo da legenda. As legendas são essenciais (página em inglês) para tornar o YouTube acessível a todos.

Tenha um bom mês de julho!
Equipe do YouTube

Cartão vermelho: vá para o chuveiro! Ou não?


Imagine que você passou horas para filmar e editar seu último vídeo do YouTube. Poucos dias depois da estreia no site, o vídeo é retirado e você recebe... o quê? Um cartão vermelho por violar as Diretrizes da comunidade? Mas por acaso estamos num jogo de futebol?!

A cada minuto, mais de 24 horas de conteúdo são enviadas para o YouTube, de modo que é impossível verificar os vídeos antes de eles entrarem no ar. É por isso que contamos com os os membros que conhecem as Diretrizes da comunidade (link para visão geral da conta): são eles que sinalizam o a presença de conteúdo que desobedece às regras. Nós analisamos o conteúdo sinalizado e, se houver um vídeo que viola as Diretrizes, excluímos o material e advertimos, na maioria das vezes, o usuário que fez o envio.

Como você pode imaginar, a enorme quantidade de vídeos no nosso site possibilita, às vezes, que seja apitado um lance equivocado. Na semana passada, demos início a um procedimento mais acessível para apelações, que foi projetado para facilitar a contestação de um vídeo que tenha sido retirado e da advertência na conta pela violação das Diretrizes da comunidade. Assim, se considerar que o seu vídeo foi removido por engano, você pode apelar contra a advertência dentro da sua própria conta. Saiba como:

Ao entrar na sua conta, você terá que confirmar o recebimento da advertência. Depois disso, entre nas Configurações da minha conta e apele contra a advertência do vídeo na seção "Gerenciar conta", em "Status da conta". Sua apelação será analisada; se considerarmos que o vídeo não desobedeceu às Diretrizes da comunidade, ele será restaurado e a advertência será removida de sua conta. Nós também enviaremos um e-mail informando o resultado de sua apelação.

No fim das contas, o YouTube é uma plataforma para a liberdade de expressão. Queremos manter o máximo de conteúdo possível no site. Mas tal como no futebol, há regras para permanecer no jogo, com a diferença de que agora você pode argumentar sobre a punição com o juiz do YouTube.

Para saber mais sobre a apelação de advertências, confira esta página (página em inglês) na nossa Central de Ajuda. Não se esqueça de que este novo processo só se aplica em casos de violação das Diretrizes da comunidade. Leia mais sobre advertências de direitos autorais aqui.

Alice Wu, especialista em políticas, assistiu recentemente ao vídeo “Nike Football Write the Future".


Shakira responde as suas perguntas


Na semana passada, você teve 48 horas para fazer suas perguntas à cantora colombiana. Nós prometemos incluir as mais votadas na entrevista especial do YouTube. Shakira é mesmo uma sensação mundial; como prova disso, fãs de mais de 40 países, entre eles Egito, Venezuela, Holanda e África do Sul, mandaram 2.500 perguntas, enviaram vários vídeos da dança Waka Waka e votaram 40.000 vezes para escolher as perguntas.
Confira a entrevista e as respostas das perguntas mais votadas:
 
(Para ativar as legendas, vá até a seta no canto inferior direito, selecione (CC) ou (==) e clique em transcrever áudio; depois, clique novamente no mesmo botão e em traduzir legendas)
Para mais música e danças, visite o canal oficial da Shakira aqui. Apoie também o esforço da cantora pela educação em Join1Goal.
Ramya Raghavan, gerente de ativismo e organizações sem fins lucrativos, assistiu recentemente ao vídeo “Waka Waka".

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Proteja-se a si mesmo, as pessoas que aparecem em seu vídeo e seus direitos humanos no YouTube

Na semana passada, iniciamos uma série de blogs (página em inglês) com a WITNESS, organização de treinamento e de defesa de vídeos de direitos humanos. A série destaca o papel do vídeo on-line na defesa dos direitos humanos. Ainda que ativistas de todo o mundo tenham demonstrado o poder do YouTube enquanto ferramenta de alerta de violações de direitos humanos, esse tipo de atividade cria novos riscos (página em inglês), tanto on-line quanto off-line. Esta postagem tem o intuito de ajudar você a maximizar o efeito de seus vídeos sobre direitos humanos e, ao mesmo tempo, de proteger aqueles que você quer ajudar, além de garantir que os seus vídeos não sejam removidos do YouTube.

Antes de começar a gravar o seu vídeo, avalie os riscos, entenda seu público e desenvolva sua mensagem. Esta breve animação, parte de uma série (vídeo em inglês) da WITNESS, vai ajudar você em sua preparação:

Um dos pontos mais importantes na criação de vídeos de direitos humanos é a proteção das pessoas expostas. Antigamente, videomakers conseguiam controlar, ao menos relativamente, o alcance do seu público. Hoje em dia, parte-se do princípio que se um vídeo de direitos humanos está na rede, é uma questão de tempo até que os agressores o descubram. Sendo assim, é sempre melhor obter o consentimento expresso (página em inglês) das pessoas que serão filmadas. Essa anuência explícita indica que elas compreendem as possíveis consequências negativas de aparecer no seu vídeo. Você também pode borrar ou escurecer rostos, dificultando o reconhecimento da identidade ou a localização de alguém. Isto é importante: as autoridades de Mianmar, por exemplo, identificaram e prenderam ativistas a partir de um vídeo on-line (página em inglês) de protestos. Veja, a seguir, um bom exemplo de como proteger a voz e o rosto de um entrevistado de uma organização de direitos humanos de Israel:

Mas você não precisa ter um software de edição para proteger a identidade de alguém. Você também pode fazer uso de outros métodos, como a contraluz:

Depois de lidar com as questões éticas e de segurança do seu vídeo, é preciso pensar na distribuição. Em alguns casos, não importa realmente quantas pessoas vão assistir ao seu vídeo, e sim quem vai assistir. Ativistas do mundo inteiro usam o YouTube para postar vídeos de defesa dos direitos humanos, mas, em alguns casos, essa ferramenta pode não ser a melhor ou a única escolha. É possível obter resultados mais efetivos sem expor as imagens publicamente, apenas ameaçando divulgá-las. Também é possível optar por uma exibição local, sem colocar o vídeo completamente on-line. 
Dito isto, seu potencial de atingir um enorme público on-line é uma grande vantagem. Caso decida postar o seu vídeo de direitos humanos no YouTube, leia com atenção as nossas diretrizes da comunidade para saber que conteúdo é permitido no site. Apesar de não ser aceito conteúdo violento ou explícito no YouTube, há exceções para material de natureza educativa, científica ou documentária. A análise do conteúdo sinalizado por nossa comunidade tende sempre a se direcionar em favor da liberdade de expressão, ainda que sejam impostos limites com o intuito de garantir que o site permaneça uma plataforma segura e ativa para a discussão de ideias. Compreender o contexto de seu conteúdo, assim como sua intenção original, é muito importante para a nossa equipe. Veja, então, algumas dicas de como proteger os seus vídeos para que não sejam removidos do site.

  1. Acrescente o maior número de informações contextuais possível. Nomear adequadamente é a melhor maneira de contextualizar seus vídeos. Quando a nossa equipe analisa o conteúdo sinalizado, títulos com palavras simples, como “direitos humanos" ou "abuso da polícia", nos ajudam a compreender o contexto das imagens do seu upload. Procure acrescentar informações específicas na descrição: quem aparece no vídeo, o que, onde quando e por que a ação aconteceu. Também é possível adicionar estas informações diretamente no próprio vídeo, a partir de nossa ferramenta de anotações.
  2. Obtenha o consentimento. Como já foi mencionado, é importante obter o consentimento expresso das pessoas filmadas. Se alguém sinalizar o seu vídeo reclamando por ter aparecido nele, as imagens poderão ser removidas, especialmente se a pessoa não for uma personalidade pública, estiver em um local privado ou se houver outras reclamações de assédio.
  3. Conheça as leis regionaisEm virtude do alcance global da plataforma do YouTube, nós obedecemos a diferentes legislações nos vários países nos quais atuamos (para saber quais são esses países, vá ao rodapé do site YouTube.com e clique em "Global"). Se o conteúdo do seu vídeo for considerado ilegal em algum desses países, nós precisamos obedecer aos procedimentos legais do local. Isso quer dizer que na Tailândia, por exemplo, não serão exibidos vídeos que desrespeitem o rei, assim como serão removidos, na Alemanha, todos os vídeos simpatizantes do nazismo. Compreenda as leis regionais antes de fazer o upload.
  4. Saiba o que são direitos autorais. É importante que você entenda bem a nossa política de direitos autorais. Se alguém reivindicar o seu vídeo, talvez por acreditar ser o proprietário da trilha sonora ou das imagens, você pode enviar uma contranotificação. Ainda que não seja o papel do YouTube julgar o uso justo de conteúdo, a WITNESS recomenda a leitura deste guia útil (página em inglês), que traz dicas de boas práticas relativas a vídeos on-line. Há também certas considerações éticas (página em inglês) sobre a remixagem de imagens sobre direitos humanos. Muitos criadores de conteúdo licenciam seus materiais em vídeo e em áudio para reutilização com licenças do Creative Commons (página em inglês).
  5. Mantenha contato conosco. Queremos ouvir você. Se você acha que hackers invadiram a sua conta, por exemplo, visite a nossa Central de Ajuda e nos avise, para que possamos investigar. Nós também acompanhamos os vídeos com notícias de última hora no CitizenTube (página em inglês), nosso blog sobre notícias e política. Envie-nos o link para o seu vídeo nos comentários abaixo ou mande um tweet para @citizentube.

    Steve Grove, Gerente de Notícia e Política do YouTube, e Sameer Padania, da Witness